quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Educar para o Património

Valores como o amor à natureza milenária, à nossa aldeia, com as suas ruas antigas e igrejas centenárias (muitas delas a precisarem de um restauro que as respeite), valores à arte, às tradições nobres e a todas as expressões-testemunho da vida colectiva, num passado comum; falam-nos das origens, animando o presente e desafiando-nos em relação ao futuro.
Não se trata somente de um saudosismo ingénuo, mas sim do aproveitar da riqueza, da força e do dinamismo que existe no nosso património.
Educar para o património é enquadrar todas as dimensões da nossa vida num passado, presente e futuro, e ao mesmo tempo, descobrir, respeitar e valorizar tudo aquilo que por ser maior e mais antigo que nos ajudará também a crescer.
Educar para o património pelo estabelecer de uma cooperação mais ampla e eficaz entre todos os cidadãos a título individual, empresários, colectividades, autarquias e organismos oficiais, verdadeiramente empenhados em servir o Património e não apenas servir-se do mesmo.
Deixo aqui uma reflexão:
que projectos concretos e autênticos de recuperação do património histórico, religioso, católico e artístico, têm sido concretizados entre nós, nos últimos tempos?
Ter orgulho do nosso património é divulga-lo a todos os níveis, é uma prática a promover, mas se ficarmos apenas pela divulgação, se não houver um investimento concreto na manutenção, conservação e restauro, perdemos a oportunidade de, no mínimo, exercitar a nossa co-responsabilidade e criatividade para manter vivo o nosso património.
Educar para o Património é também e sempre educar para a vida nas suas componentes de passado, presente e futuro, com tudo o que temos para aprender e ensinar, receber e dar, como é próprio do dinamismo da vida.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Saúde

Faça uma visita ao seu médico dentista, previna problemas orais, tenho um sorriso bonito.
Seja saudavel , consciente e responsável

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Comentário ao texto boas vindas grupo TT09

Nós e o nosso País

Se partirmos do principio de que o Mundo que nos foi legado terá sido um Paraíso e de que o que vai restando dele, mesmo que não queiramos desvaloriza-lo como “mundo” sabemos muito bem que “ele” é o nosso “mundo” e o resultado do que se tem feito dele e com ele…então também o nosso país, como parte integrante desse mundo está como está em resultado do que se tem feito dele e com ele, quer no conjunto/resultado Portugal/Mundo, quer no de Portugal/Portugueses… sim porque não podemos nem devemos esquecer-nos nunca de que se o País está “a braços” com toda esta grave situação não é por culpa do n/Portugal enquanto espaço físico, enquanto nosso país, mas sim como resultado do que se tem feito e permitido que se faça dele, com ele…portanto e como tal não devemos desvalorizar o nosso país mas sim poderemos ou deveremos ler muito bem a n/historia e dela retirarmos lições de erros do passado para corrigirmos os do presente, e de correctas actuações que devidamente “modernizadas” nos ajudariam no presente embora pese o facto de presentemente não podermos actuar isoladamente pois estamos também ligados ao mundo, mas também se daí nos advêm muitos dos nossos problemas também nem tudo está tão mau no mundo que não nos dê hipóteses de construirmos algo de bom para o nosso pais…para nós mesmos.
Portanto não devemos desvalorizar o nosso pais deveríamos sim viver com mais Patriotismo, com mais orgulho do que temos, da identidade que o nosso país representa, tentar “relembrar” e reutilizar os nosso valores, lutar por esses valores, que são a base da vida, da família, do país…não nos acomodarmos perante o que sabemos não estar bem e em vez de culpar o país por isso, pensarmos sim que o país somos todos nós e que se o criticamos e desvalorizamos é a nos que o estamos a fazer…e que é a nós que nos cabe, tal como os nosso antepassados o fizeram…partirmos não à descoberta de novos mundos, mas sim de tudo o que de bom e positivo ainda existe neste nosso lindo País, e a partir dessas descobertas, tentar e conseguir reerguer, reconstruir este nosso maravilhoso Portugal.
Pois penso que Portugal é um País fabuloso e o potencial está nos Portugueses. Há que "pensar diferente" e criar, produzir aproveitando o que Portugal tem de melhor!
Na verdade, em vários aspectos não estamos muito mal: Temos paz, temos bom temperamento e simpatia, a gastronomia é boa, somos bons nas artes e no desporto, o clima é bom, o azul do céu e do mar é especial em Portugal. Aqui o litoral é mais luminoso. As paisagens do Norte são lindas e o mar do Sul é quente. Por todo o País podemos visitar desde as mais tranquilas aldeias às mais belas cidades, temos mar, praias, rios rodeados de belíssimas paisagens, parques naturais maravilhosos. Já temos muito melhor forma de estarmos perto por todo o país quer seja pelas estradas que se tem construído, quer pela rede de transportes que embora ainda não esteja totalmente modernizado, mas já está muito melhor.
Temos bons técnicos, somos criativos... embora ainda falte corrigir e melhorar muitas coisas para que possamos estar ao nível da nossa exigência, do nosso pessimismo, das nossas necessidades e das nossas capacidades…

Maria Amélia Patrício TT09

domingo, 26 de outubro de 2008

Comentário ao texto boas vindas grupo TT09

Na minha perspectiva, perde-se na memória dos tempos a determinação, a força, e a vontade dos portugueses em geral lutarem por um Portugal mais justo, mais humano e igual. Porém, ao momento actual é necessário fazermos um inventário moral, sobretudo aquilo que ainda vamos a tempo de melhorar.

Nos últimos trinta anos sinto que a nível social, emboa não tão desejável como se queria, tem-se sentido uma evolução neste problema básico com inegível espírito de colaboração e aproximação no "olhar" para os jovens e adultos.

Teremos colectivamente que ter uma veemente afirmação positiva face ao mundo, e, se o conseguirmos, será a tónica que derrota a inusitada expressão " dos velhos do Restelo ", que às vezes nos atribuem.

TT09 - Manuela Ferrão
É verdade que os portugueses têm tendência a lamentarem-se. Em certos aspectos, com razão. Eu que vivi noutro país, compreendo. Por exemplo a nivel de saúde, o sistema não funciona muito bem. È inadmissível a lista de espera para uma operação, as horas na sala de espera do centro de saude para uma consulta, ou no hospital. Só quem tem dinheiro, quem vai a médicos particulares ou quem tem seguros de saude é que têm um bom serviço.

Mas por outro lado, temos excelentes profissionais, não só a nivel de saude como em todas as categorias. Portugal têm evoluido. Temos que acreditar que o nosso país vai melhorar.





Liliana Santos, TT09

Vulgarização dos dados Cientificos da Psicologia.

Nos jornais e revistas é cada vez mais comum encontrar, a propósito dos mais variados acontecimentos, interpretações que vão buscar psicológia a sua justificação e saber.Artigos na impresa, programas na rádio e na TV analisam quetões e problemas, procurando veicular orientações, atitudes, valores, comportamentos considerados mais adequados:_ Como reagir perante o insucesso escolar?_ Como orientar a educação dos filhos?_ Que fazer nuna situação de divórcio?_ Como reagir com os adolecentes?_ Como lidar com a ansiedade?_ Como conseguir ultrapassar situações de stress? È frequente a publicação de "testes" que têm a pretensão de caracterizar personalidades e comportamentos das pessoas:_ Verifica se és introvertida._ Consideras-te uma pessoa de sucesso?_ És ciumento?Nas secções e nos jornais desportivos, a terminologia psicológica está frequentemente presente. No futebol, a propósito da dispensa de um treinador fala-sede chicotada psicológica; se um jogador é transferido para um clube estrangeiro, comenta-se, em artigos, a necessidade do acompanhamento da família para assegurar o equilibrio psicológico do atleta.Especula-se sobre desajustamentos da equipa com a personalidade do treinador, comenta-se a frustação da direcção do clube, a culpabilidade sentida pelo jogador que falhou o golo, etc...São inumeros os exemplos que reflectem, de forma mais ou menos explícita, que o quatidiano das pessoas está marcado por uma cultura psicológica. Há, por assim dizer, uma apropriação de dados científicos que as pessoas utilizam para interpretar os seus estados e comportamentos, segundo as suas necessidades, expectativas e interesses. O grande consumo e populariadade destas divulgações relacionam-se com a segurança que delas advêm para grande número de indivíduos.Um dos aspectos positivos desta apropriação é ter facilitado a ultrapassagem de múltiplos preconceitos que se colocam relativamente à utilização do apoio técnico dos psicólogos. Para um número cada vez maior de pessoas, o recurso ao psicólogo deixou de ser encarado como uma manifestação de patologia.Contudo, esta acessibilidade dos saberes de psicologia tem aspectos negativos. A excessiva vulgarização adulterou o rigor dos conceitos e teorias explicativas. Ao simplificá-los, transformou-os em esquemas redutores, mecânicos, geradores de estereótipos e preconceitos.A simplificação extrema e o carácter pragmático destas divulgações reflectidas em receitas, conselhos, modos de ser e fazer, traduzem-se numa normalização, muitas vezes instrumento de controlo social.
A psicologiazação abusiva, que se desenrola nestes cenários de vulgarização, constitui ostáculo á comprensão aprofundada dos comportamentos da vida mental, afectiva e relacional. A complexidade da componente psicológica dos seres humanos não se compadece com as simplificações e vulgarizações correntes.



(Um trabalho elaborado por Ana Rita Lucas, para a disciplina de Psicológia de 10º do Curso de Acção Social).


Ana Rita Lucas, TT08

O aquecimento Global

O aquecimento Global é resultado das actividades, nada se perde e tudo se transforma e acumula...antes a humanidade vivia a um ritmo do mínimo vital, agora vive ao
máximo da inconsciência com actividade infernal do consumo de energias, bombas, actividade atómicas.Saímos de uma era glacial sem actividade atómica, pouca gente, pouca actividade industrial ou nada, era o regenerar das estações, o Inverno, Primavera, Verão, Outono,
as actividades bélicas são responsáveis e as indústrias desmedidas.Cada ser humano produz energia que se acumula e somos cada vez mais a produzir energia e resíduos tóxicos.Isto tudo contamina o planeta e cria outros tipos de combustão orgânica, tudo combinado está a fazer do planeta uma bomba que explodirá inevitavelmente e
incontrolavelmente.O Big Bang da civilização está programado e a cada dia que passa mais irreversível se torna.A humanidade atingiu um ponto de não retorno da consciência suicidária, atracção do espaço parece guiar a raça humana, farta de viver num espaço demasiado pequeno
para a sua folia destruidora.Caso a tendência actual de aquecimento climático seja mantida, a previsão dos especialistas é que por volta de 2050, ou seja, amanhã em termos históricos, as
sociedades começarão a entrar em colapso e pessoas irão morrer aos milhões, por diversos factores, tais como, escassez de alimentos, doenças, catástrofes climáticas
muito rigorosas, desde secas severas e ondas de calor até tempestades e inundações. É claro que já convivemos com estes fenómenos há séculos, mas a mudança significativa será na frequência, na intensidade e nos locais em que eles ocorrerão. O caminho é reduzir a demanda por energia, não apenas encontrar formas alternativas de produzi-la, mas também mudar o padrão de consumo e a matriz energética, que
está entre os maiores desafios que o mundo terá de enfrentar se quiser reduzir as emissões de gases que causam o efeito estufa e colaboram para o aquecimento global. Segundo os estudos mais recentes, existe um patamar de irreversibilidade que, se for atingido, impedirá que o processo de aquecimento global seja moderado ou revertido.
Por isso é urgente uma mobilização geral, para que possamos rever nossas percepções e o nosso comportamento e, com isso, darmos uma oportunidade ao nosso
planeta e às gerações futuras. Não passando só por uma estratégia de desenvolvimento sustentável* mas também por uma mentalização das sociedades, onde cabe a
cada um de nós marcar a diferença.

*O que é desenvolvimento sustentável?A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade de
atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois
objectivos: o desenvolvimento económico e a conservação ambiental.
O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planeamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos. Esse conceito representou uma
nova forma de desenvolvimento económico, que leva em conta o meio ambiente.
Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento económico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de
desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende. Actividades económicas podem ser
encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio
crescimento económico. O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o
aumento da reutilização e da reciclagem.
http://www.wwf.org.br/informacoes/questoes_ambientais/desenvolvimento_sustentavel/index.cfm
Cidália Silveira TT07